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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

NÃO HÁ NO GOVERNO UM HOMEM !

NÃO HÁ NO GOVERNO UM HOMEM !
Por Cardoso da Silva a Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010 às 1:05

Parece consensual que o problema em Portugal é o excessivo peso do estado. Estado que é um monstro que se auto- alimenta,numa classe média cada vez mais escassa. Cerca de 40% das horas gastas pelos funcionários públicos são gastas em serviços ao próprio Estado. Este monstro de pés de barro é alimentado pelo défice público, pela dívida e pela irracionalidade da nossa classe politica.
O que me mais impressionou ultimamente foi saber,por alguém que teve o cuidado de ir ver: não há no governo um homem, desde ministros a secretários de estado , UM SÓ HOMEM QUE NÃO TENHA FEITO CARREIRA NA FUNÇÃO PÚBLICA! Na prática assistimos há muitos anos a um engajamento partidário de sindicatos de funcionários públicos, na procura de protagonismo pessoal e politico,... na procura do Mercedes e da casa de férias no Algarve, à revelia do interesse nacional e da SOCIEDADE CIVIL: a verdadeira, a não funcionalizada. Estes funcionários-políticos emparelhados a um grande empresariado, confederado no orçamento de Estado, vivem há gerações, numa lógica de concessões públicas e subsidiação do mesmo Estado, gerando miséria na economia real.
No meio disto está o mexilhão, pequenos e pobres empregadores, médios empresários e empregados, profissionais independentes e liberais cuja única saída mais evidente continua a ser emigrar...
Perante isto, parece não haver dúvidas que a SOCIEDADE CIVIL não politizada do país tem que se organizar e cuidar-se,...

14.10.2014
Em boa hora, apareceu o Movimento Nós Cidadãos! É fundamental que se perceba a importância da sua génese, de homens de boa fé e pensamento livre, funcionários públicos ou outros,.... outros, da economia real, que são infelizmente cada vez mais ausentes, da politica, da internet, e do país.

domingo, 22 de junho de 2014

Nação de Maçons


80.000 Mil Milhões e quatro anos depois, Portugal está na mesma ou pior. A necessidade vital, de reformar um Estado despesista e imobilista, em ordem a um futuro com progresso social e económico esbarra no conservadorismo reaccionário das classes dirigentes instaladas, preocupadas em manter privilégios escandalosos a contrastar com a pobreza que devasta uma sociedade civil depauperada que emigra ou vive apoiada na família e na caridade. Eles são franjas de uma direita reaccionária que acompanha, estimula e se serve da ignorância e violência discursiva de franjas de uma esquerda que vive de ilusões e esperanças vãs.

O aparelho de Estado, corporizado na judicialização da política revela a Alma Pátria e assume-se como o reduto de uma Nação de Maçons – é a Brasileirazação da Sociedade à Portuguesa. 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

MOV dos Conscientes,.... “ou não”

Mov dos conscientes “ou não”.  É o meu MOV_3 (à terceira tentativa ficou) no Portal do Governo.
Fartos das Inspecções com carácter pedagógico, reclamamos por uma pequeníssima  alteração da redacção ,do Artigo 18º-A , nº1, Lei n.º 34/87, por forma a que onde se lê:
consciente da desconformidade da sua conduta com as normas…”
passe a ler-se:
consciente , ou não, da desconformidade da sua conduta com as normas…”

Como justificação e sustentação deste Movimento, a transcrição de  pequenos trechos sobre a responsabilidade  política em geral  do Estado e seus agentes, da autoria de Tiago João Lopes Gonçalves de Azevedo, da Responsabilidade Civil Extracontratual do Estado por Danos Decorrentes da Função "POLÍTICOLEGISLATIVA" :
“”A responsabilidade civil do Estado tem sido tratada pelos órgãos legislativos desde a década de 60, do século passado. Todavia, não se pense que a evolução tem sido rápida, moderna e consensual. Não. Aliás, na verdade, o grande impulsionador desta evolução não tem sido o Estado português, como à primeira vista se poderia pensar, mas têm sido as instâncias internacionais, maxime o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem2 e o Tribunal de Justiça das Comunidades.
………
Até 2007, o legislador, pelo menos explicitamente, não comungava com a ideia de indemnizar o lesado, o cidadão, pelo exercício do Poder.
…….
Concluindo,…
Os cidadãos continuam desprotegidos pelo direito interno. Mais uma vez, o direito externo (no caso, o direito comunitário) é que protege de forma mais justa, equilibrada e eficaz os cidadãos. E mais uma vez, Portugal sujeita-se a ser parte passiva em acções de responsabilidade perante o TJ.””

sábado, 14 de janeiro de 2012

ENTRE AHPOISDEI´S E MASSONCHETA´S

Ovalhamedeus,... entalado entre AHPOISDEI e MASSONCHETA`S, lá vou vivendo a crise como um verdadeiro BÁRBARO, em respeito pela LEI e ORDEM MINORCA.

É muito simples de entender oh Iluminado! Em ordem a todos esses valores de Fraternidade ,está necessáriamente a obediência à consensualizada Lei Geral, entendida como a expressão da suprema filosofia na defesa do bem comum, que o comum dos cidadãos deve e é obrigado a respeitar ! Lei e Ordem que enquanto vigora , todos lhe devem obediência, incluso o Supremo Juiz, a quem está confiada a sua guarda!

É fácil de perceber que sociedades perspassadas por outras Ordens de Obediência Superior, à Lei que se pretende Universal embora possam até ser por seus protagonistas tidas e legitimadas como estados de alma pessoais sobredotados de Verdade, devem cumprir o desiderato do confronto de suas virtudes na praça pública e perante os homens comuns,....única forma de os elevar ao mesmo estado de graça.

Senão , estaremos perante um subterfúgio de auto-legitimação para toda a espécie de crime!

Muita gente ignorará, ( a outros convirá) que a perseguição aos judeus, feita pelo regime Nazi, não foi uma pretensão ( como se faz crer) ou tentativa de apuramento de uma "raça" Iraniana superior, mas antes a necessidade de acabar com tal pretensão, pelos que então perspassavam a ordem e a regra e que como outsider´s se constituiam em Ordem Própria como um Estado dentro de outro Estado, PARASITANDO-O.

Quando a Liberdade e a Democracia chegar, espero e faço sincero votos de que o agora Homem Comum, seja infinitamente mais generoso, com seus pares Iluminados....

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

LEVANTE-SE O VÉU

Será, uma breve história da Máfia Politica (ficcional), ou de como chegámos até aqui?!


Imagine-se um Presidente de Câmara , que se vende 10x por 10000€ = 100.000 €
Em campanha eleitoral para as legislativas entrega ao partido, ou ao candidato a Presidente da República 10.000€, para ajudar a pagar despesas.

Um dia,... um daqueles 10 corruptos, arrepende-se, chateia-se com o presidente da CM e denuncia uma entrega de 10.000€. Em Tribunal tem provas e tudo, e tudo...

Aí a coisa pode ficar negra! Então , o Presidente da Câmara telefona para o Partido ou para Presidencia e diz :
-Eh pá aqueles 10.000 €, são os que entreguei para a tua campanha, como é?

Aí , vai aparecer um Juiz (talvez até Ministro ou Director da PJ) que telefona para o Tribunal da Comarca e literalmente dita a Sentença de absolvição!

O Juiz da Comarca, reinventa uma intrepretação adequada da Lei.

Moral da Historia:

O Juiz da Comarca ganha uma promoção rápida! Ao Presidente da Câmara , sobram 90.000€, e a Presidência não recebeu nada, como é provado pela contabilidade da campanha.

O Queixoso, ....esse, partiu os queixos!

Piramidal, não é ?!

Se agora admitir que Presidentes de Câmara há, ( e imagino muitos) que têm campanhas políticas finançiadas  por Chefes de Divisão e Directores de Serviço....é mesmo Piramidal!
Ps: Imagino que seja preciso ler o livro para conhecer a estória.                           

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O QUE É SER LIBERAL

"Onde estão os Liberais ?- Umas vezes com uns , outra vez com os outros..."

Não vale a pena praguejar contra fantasmas...que se deixarem uns e outros, serão claramente a maioria mais sólida.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A GENTE TEM O QUE MERECE !

A gente tem o que merece!

Há um mês o Governo limitou, na proposta do OE 2012, o endividamento das autarquias. Esse limite não poderia ultrapassar 62,5% do total das receitas dos impostos municipais, participações no Fundo de Equilíbrio Financeiro, IRS, derrama e participação nos resultados das entidades do sector empresarial local.
Nas semanas seguintes assistimos a intenso lobbying por parte da Associação Nacional de Municípios, que levou o seu presidente, Fernando Ruas, ao Palácio de Belém. Com as intenções (certamente) mais nobres. Tão nobres que o Governo cedeu: a 3 de Novembro o próprio Fernando Ruas veio declarar, depois de uma audiência com o primeiro-ministro, que o limite voltava para os 125%.

Passei as últimas semanas à espera que os sempre atentos líderes empresariais, analistas e "opinion makers" se pronunciassem sobre as consequências desta decisão. Que, na prática, significa que cerca de 200 municípios (de um total de 308) que ficariam "apertadinhos" com os novos limites, ficam com licença para continuar a endividar-se. Que, por sua vez, significa que quem os dirige não terá grande incentivo para... passar a geri-los com critério (pois se podem ir à banca...). Mas, mais importante do que tudo, significa que num tempo de escassez de crédito, os municípios vão poder "competir" com as empresas para obter financiamentos. Ou seja, sabendo que vivemos numa conjuntura em que até as empresas rentáveis (exportadoras inclusive) viram as linhas de crédito secar (literalmente), continuamos a dar ao sector público privilégios que já não deveria ter.
Estamos a ver porque chegámos a este ponto? A gente tem o que merece.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

OVALHAMEDEUS,....123 GENERAIS!


Elo de comando militar

Os generais, por definição, comandam unidades. Brigadas, Divisões, Corpos de Exército e Exércitos.





·         5 tropas à 1 cabo
·         10 tropas + 2 cabos à 1 sargento
·         40 tropas + 8 cabos + 4 sargentos à 1 Alferes
·         200 tropas + 40 cabos + 20 sargentos + 5 Alferes à 1 capitão
·         1000 tropas + 200 cabos + 100 sargentos + 25 Alferes + 5 capitães à 1 tenente coronel
·        8000 tropas + 1600 cabos + 800 sargentos + 200 alferes + 40 capitães  + 8 tenentes coronéis à general de brigada

Somando toda a linha de cima, cada general tem por baixo de si 10 648 homens (faz sentido)

As forças armadas portuguesas tem menos de 64 000 efectivos, (37 000 militares + 10 civis + ?) logo, Portugal deveria ter por volta de 6 generais.

Portugal tem 123 generais!?

E paga pensões brutais a um sem número deles que se aposentaram nos últimos 25 anos?

PS: Em dois pequenos e pouco desenvolvidos países - Canadá e Alemanha - as FA contam com um General 4 estrelas.

Au Portugal, há 4 (quatro) generais de 4 estrelas.

E não é que a GNR do cabo António Costa (PS), também ia conseguindo um General 4**?


A Administração e Dimensão do Estado a manter-se como está,... no fim ficará cá o establishment abrigado no Estado (de direitos e garantias - destes progressitas) e uma nova geração de "empresários da sobrevivência - escravos"... os mais escolarizados mandam-nos à MERDA , com todas as letras!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

OVALHAMEDEUS,....UMA TRAGÉDIA GREGA !



Ovalhamedeus,...qual é o país que deu ao mundo as grandes tragédias ?

E se o mundo é um palco e nós os autores é o que vamos ver a seguir...grande Papandreou, tal como diria Eça "já servi o meu rei e agora vou dar de mamar ao meu filho."

terça-feira, 1 de novembro de 2011

D´TRÁS D´ORELHA

CONTRIBUINTE.ORG
DECLARAÇÃO DE TORRES VEDRAS
REST. “D´TRÁS D´ORELHA”
21.09.2011
Conjugar e reforçar a Democracia, de origem grega ("Demo+Kratos"), quer dizer poder (Krato) do povo (Demo).
Artigo 1º República Portuguesa “Portugal é uma Repúbica soberana, baseada na dignidade da pessoa humana  na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária” Constituição Portuguesa.
"A luta contra a desproporcionalidade ou mesmo o arbítrio dos impostos foi sempre a base das iniciativas vitoriosas dos avanços políticos do povo (democracia), mesmo antes, muito provavelmente, da Magna Carta, imposta a João Sem Terra. E parece-me evidente ser a hora, mais uma vez que o "soberano" está de calças na mão, para lhe ganhar maior controlo sobre a arrecadação fiscal ou para a regatear contra maiores liberdades, contra a burocracia e por uma "vida boa", colectiva e pessoal, nas famílias ou solta de todo das "polícias", na feliz acessão anglo-saxónica de dispositivos socioeconómicos de controlo e vigilância." António Carvalho (Juiz Conselheiro do Tribunal de Contas)
Os impostos são uma forma antiga de prover o Estado, não democrático e mais recentemente, uma forma de redistribuição de riqueza.
 “Combater a opressão é certamente admirável o homem que se opõe a todas as espécies de opressão, porque sente que só assim se conseguirá realizar a sua vida, só assim ela estará de acordo com o espírito do mundo; constitui-lhe suficiente imperativo para que arrisque a tranquilidade e bordeje a própria morte o pensamento de que os espíritos nasceram para ser livres e que a liberdade se confunde, na sua forma mais perfeita, com a razão e a justiça, com o bem; a existência passou a ser para ele o meio que um deus benevolente colocou ao seu dispor para conseguir, pelo que lhe toca, deixar uma centelha onde até aí apenas a treva se cerrara; é um esforço de indivíduo que reconheceu o caminho a seguir e que deliberadamente por ele marcha sem que o esmoreçam obstáculos ou o intimide a ameaça; afinal o poderíamos ver como a alma que busca, após uma luta de que a não interessam nem dificuldades nem extensão. Agostinho da Silva, in 'Considerações'
Numa sociedade justa e equilibrada, os direitos das pessoas, são o principal valor social, de acordo com a declaração dos direitos humanos das Nações Unidas e a entre nós de acordo ainda com a Constituição Portuguesa.
“A discussão dos Direitos Humanos, aplicada à tributação, é uma ferramenta de defesa do contribuinte contra os Poderes Públicos. O Estado pode ser opressor pela Polícia (comum e política), pela censura, por obrigar nacionais a viverem no exílio, mas também pode sê-lo pelo fisco. Se não houver limites para a Administração Tributária, não haverá aplicação dos Direitos Humanos à tributação. Significa dizer que os contribuintes estarão sujeitos a toda sorte de desrespeito e opressão pelo Estado fiscal. Os Direitos Humanos podem ser estendidos à tributação, tema incipiente, mas que começa a ser objecto de reflexão em Portugal. Por Direitos Humanos temos a concepção jurídico-filosófica que privilegia o respeito aos valores e coloca sempre o homem no centro do Direito. O positivismo jurídico — mero respeito às leis — dá lugar, de forma prudente e moderada, à finalidade do sistema jurídico: a protecção do homem. Para alcançar seu objectivo de protecção do ser humano, notadamente frente ao Estado, o Direito volta sua atenção a valores como a dignidade da pessoa, o respeito à individualidade e à privacidade.” (Sic)
Todos os contribuintes, devem ter e exercer um poder activo sobre o uso dos seus contributos, geridos pelo estado.
Artigo 48º , ponto 2 – Participação na vida pública – “Todos os cidadãos têm o direito de ser esclarecidos sobre os actos do estado e demais entidades públicas... “ Constituição Portuguesa
Reconhecer e defender os interesses dos contribuintes nacionais, mas também europeus, e em particular da SOCIEDADE CIVIL, seja pela defesa da justiça e equidade fiscal, defesa legal, da fiscalização e da aplicação correcta e transparente dos dinheiros públicos, onde quer que este seja usado.
Incutir em todas as pessoas, sem excepção, que todos somos responsáveis por contribuir para o desenvolvimento social e humano da sociedade, através das suas contribuições na proporção justa dos seus rendimentos. Mobilizar pessoas de todo o País para construir uma ponte entre o mundo em que vivemos e o mundo que a maioria das pessoas quer.
Batermo-nos para que todas as pessoas, eleitas ou não, na administração do Estado, responsáveis pela gestão dos impostos tenham a obrigação inalienável de respeitar os direitos e interesses dos contribuintes, bem como o usar de forma rigorosa os dinheiros públicos, maximizando a sua utilidade pública. 
Consideramos que os fundos e ajudas comunitárias, incluindo os fundos do BCE são constituídos pelos impostos dos contribuintes europeus, pelo que devem ser tratados da mesma forma e rigor.
Unir a SOCIEDADE CIVIL, promovendo e criando uma cultura cívica de participação, através de sensibilização, informação, integração e participação.
Intervir, fiscalizar e acompanhar a utilização dos dinheiros públicos e questionar as suas grandes opções, ao nível do poder local, regional e central.
Artigo 108º - Titularidade e exercício do poder – “O poder político pertence ao Povo e é exercido nos termos da Constituição.” Constituição Portuguesa
Numa SOCIEDADE CIVIL consciente e avisada, cabe a todos, em cada concelho, seja metropolitano seja de província, o direito de intervir em processos de natureza criminal a praticar, requerer as diligências que são cometidas ao Ministério Público quando este não as requer. Se o (s) Juiz (os), porque o Ministério Público não as requereu e não houver quem o faça, não se podem conhecer e julgar factos que não constam do (s) processo (s).
Tipificar propostas políticas na defesa dos interesses dos contribuintes, “reivindicando” a participação nos OE e na sua aplicação, como parceiro social, incluindo a promoção de referendos e propostas legislativas.
Uma SOCIEDADE CIVIL forte, é a que antecipa ela própria as melhores práticas, sem necessidade que outros ( o ESTADO) a obriguem.
Empreender acções judiciais e outras colectivas de contribuintes, contra o Estado. Acções legais contra decisões, actos ou omissões, danosos do interesse Republicano e da SOCIEDADE CIVIL.
(.)
Organização de uma Associação Aberta, Sem Personalidade Jurídica Nem Fins Lucrativos, de Tipologia Informal, que Apoia e Defende o Contribuinte Português.
A organização deverá ter no mínimo, um Conselho Coordenador, um Conselho Fiscal, um Conselho Jurídico, um Conselho de Imagem e Técnica, um Conselho Administrativo e um Conselho de Opinião. Cada Conselho deverá ter no mínimo dois membros.
 A Assembleia ou Conselho Geral, constituir-se-á automaticamente em cada reunião dos diferentes Conselhos. Estas Assembleias serão abertas ao público em geral e nela poderão participar todos e quaisquer contribuintes.
Reunirá o Conselho Geral, periódica e presencialmente em resultado da oportunidade/necessidade reconhecida pelo Conselho Coordenador, ou em resultado de requerimento para o efeito de qualquer outro Conselho em local diversificado em função da extensão territorial.
A associação trabalhará essencialmente por projectos (acções específicas), a desenvolver com recurso a plataformas digitais online – tendo aí, em sítio online a sua base operativa e documental – “Sede Social”.
As acções serão seleccionadas sem qualquer descriminação política ou religiosa. Serão seleccionadas em função da sua importância e impacto na gestão dos dinheiros públicos e/ou valores éticos, por proposta e ou votação online e outras, da generalidade dos contribuintes, e de acordo com as capacidades da associação. Feitas estas considerações, competirá á Assembleia Geral deliberar a acções a empreender.
Gerir-se-á o modelo de mobilização/comunicação essencialmente de forma online e por outros de grande impacto visual e comunicativo como outdoors e outros ,  permitindo que milhares de indivíduos, possam ser agregados constituindo-se numa forma legitimação política colectiva – Lobby. As prioridades e a força de CONTRIBUINTE.ORG virão dos próprios membros da SOCIEDADE CIVIL.
A CONTRIBUINTE.ORG definirá prioridades gerais através de pesquisas entre todos os seus membros. As ideias para campanhas serão submetidas a pesquisas e testes mensalmente com amostras aleatórias distribuídas a todos os membros inscritos online e apenas as iniciativas que receberem uma forte reacção positiva serão implementadas em grande escala. As campanhas que se iniciarão pelos membros da associação, chegarão depois a todos os membros da SOCIEDADE CIVIL onde serão reforçadas.
                                                                       Os Subscritores
( Cardoso da Silva - Contribuinte:175478376)
(José Soares Ferreira)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

FUNCIONÁRIO PÚBLICO, POLITICO !?

Funcionário Público! Depois político! Antes de fazer carreira política, tinha como única experiência profissional, ter sido ( por escassos anos) professor num liceu. Um estereótipo, da nossa classe política!

Se fizéssemos o exercício de saber quantos individuos, nos últimos 30 anos, não funcionalizados foram membros do Governo de Portugal,...descobririamos coisas muito pedagógicas.!

Não deixa de ser aberrante que o Estado, criado e financiado pelos cidadãos não funcionalizados,( a que se agora se pede que exportem, ou emigrem) para servir os cidadãos em geral, seja governado precisamente por funcionários públicos, que viraram politicos. É no minimo esquizopolitico!

Não admira que o Estado , imaginado para servir, acabe afinal a servir-se e a hipotecar o resto da sociedade!

Quantas pessoas nos grandes partidos ,Primeiros Ministros, Deputados , Ministros , Secretários ... alguma vez tiveram uma empresa própria criada com capitais próprios ?Gostava de ver uma estatística ...

"A sociedade, para viver melhor, cria, como um utensílio, o Estado. Depois, o Estado se sobrepõe, e a sociedade tem de começar a viver para o Estado . Mas, no final das contas, o Estado se compõe ainda dos homens daquela sociedade. Entreta...nto, estes não bastam para sustentar o Estado e é preciso chamar estrangeiros: primeiro, dálmatas; depois, germanos. Os estrangeiros tornaram-se donos do Estado, e os restos da sociedade, do povo inicial, têm de viver escravo deles, de gente com a qual não tem nada que ver. A isso conduz o intervencionismo do Estado: o povo se converte em carne e massa que alimenta o mero artefato e máquina que é o Estado. O esqueleto come a carne que o rodeia. O andaime se torna proprietário e inquilino da casa." Ortega ,1929

 E se ao funcionário público, fosse vedado o "direito" de votar ou ser votado !?  Hummmm...não ouvi nada!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

OVALHAMEDEUS,...A CARGA SOCIALISTA !


É consensual que o mercado/capitalismo, foi até hoje o sistema capaz de produzir maior abundância e universalidade no acesso a bens, garantindo em simultâneo os valores da liberdade e da solidariedade entre povos. Estamos também de acordo que não há modelos perfeitos, daí a pertinencia e simpatia pela apregoada 3ªvia que de alguma forma a social-democracia ou o socialismo democrático pretendem protagonizar.

Mas atente-se numa outra realidade , que é dos países, onde estes remédios politicos se verificam mais eficazes. Ninguém escamoteia a necessidade de uma escola pública, de um serviço de saúde universal, e no limite as funções redistributivas de um veradeiro estado de direito, em países, do norte e centro da europa,..onde de resto o bem estar e o apoio estatal, quando necessário, é confirmado por tantas e tantas gerações de emigrantes portugueses.

Todavia nesses outros países do norte e centro da europa, a razão politica primeira, não assenta nem no socialismo democrático, nem na social-democracia,mas antes no puro liberalismo. E Isso faz toda a diferença! Porquê? - Porque esse é o ambiente politico-social matricial propício à afirmação da iniciativa privada, ao empreendorismo e à criação de riqueza,....o capital, assim gerado, é o primeiro garante da manutenção das liberdades individuais e o garante de um Estado com produto e meios para aplicar os tais remédios tendentes a garantir a igualdade de oportunidades e a inclusão social e geracional.

Em resumo, fica a ideia de que , o capitalismo é mais profícuo em ambientes liberais e os remédios sociais aí mais eficazes. Ao invés do que se tem pretendido nos países do sul, e em particular em Portugal, num ambiente socialista, conseguir os ganhos do capitalismo,...falhou! E percebe-se bem porquê - o ambiente não é propício,..a incubadora não tem as condições adequadas. Ao invés de mais igualdade, temos o País com a maior clivagem entre ricos e pobres no conjunto da OCDE.

Ortega e Gasset, em  1929 em "Rebelião das Massas" escrevia : "A sociedade, para viver melhor, cria, como um utensílio, o Estado. Depois, o Estado se sobrepõe, e a sociedade tem de começar a viver para o Estado . Mas, no final das contas, o Estado se compõe ainda dos homens daquela sociedade. Entretanto, estes não bastam para sustentar o Estado e é preciso chamar estrangeiros: primeiro, dálmatas; depois, germanos. Os estrangeiros tornaram-se donos do Estado, e os restos da sociedade, do povo inicial, têm de viver escravo deles, de gente com a qual não tem nada que ver. A isso conduz o intervencionismo do Estado: o povo se converte em carne e massa que alimenta o mero artefato e máquina que é o Estado. O esqueleto come a carne que o rodeia. O andaime se torna proprietário e inquilino da casa."